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<title>SINDIJORI &#45; : Artigos</title>
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<description>SINDIJORI &#45; : Artigos</description>
<language>br</language>
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<dc:rights>Copyright © 2026 SINDIJORI&#45; Todos os Direitos Reservados.</dc:rights>

<item>
<title>Negociação entre AMM e Copasa garante antecipação de até R$ 350 milhões para municípios e permite adiar cobrança de esgoto para 2029</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/negociacao-entre-amm-e-copasa-garante-antecipacao-de-ate-r-350-milhoes-para-municipios-e-permite-adiar-cobranca-de-esgoto-para-2029</link>
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<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;">Em sua primeira negociação à frente da <strong>Associação Mineira de Municípios (AMM),</strong> o presidente da entidade e prefeito de Iguatama, <strong>Lucas Vieira</strong>, avançou na construção de um acordo com as prefeituras sobre o modelo de desestatização da <strong>Copasa</strong>. A proposta, articulada com a presidente da companhia, <strong>Marília Carvalho de Mello</strong>, assegura aos municípios mineiros a possibilidade de antecipação de recursos do repasse tarifário depositado no <strong>Fundo Municipal de Saneamento</strong>, regulamentado pela <strong>ARSAE</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo da adesão das prefeituras, o valor pode ultrapassar <strong>R$ 350 milhões</strong>. Além disso, os municípios poderão optar pelo adiamento do início da operação e da cobrança das tarifas de esgotamento sanitário para <strong>2029</strong>, com escalonamento dos investimentos conforme o <strong>Novo Marco do Saneamento</strong>.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Antecipação de recursos</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os municípios que substituírem os contratos atuais por contratos de concessão com a Copasa poderão antecipar os valores do Fundo Municipal de Saneamento referentes ao período de <strong>setembro de 2026 a dezembro de 2028,</strong> ou seja, até o fim do atual mandato dos prefeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">O pagamento será realizado em duas parcelas:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Outubro de 2026</strong></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Março de 2027</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, esses repasses estão limitados a até <strong>4% da receita líquida mensal.</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Impacto para os usuários</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Além do reforço financeiro aos municípios, a negociação traz impacto direto para a população. As tarifas de esgotamento sanitário poderão ser adiadas para <strong>2029</strong>, acompanhando o início da operação e o cronograma de investimentos da companhia nas cidades onde a Copasa já atua no abastecimento de água e passará a operar também o esgoto.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>┃ A privatização da Copasa não está em discussão. Já foi aprovada pela Assembleia Legislativa. Diante disso, a prioridade da AMM é garantir que os municípios participem desse processo, evitando descontinuidade dos serviços e assegurando tarifas justas para a população, afirmou Lucas Vieira.</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Apoio técnico e adesão dos municípios</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A proposta foi apresentada em assembleia realizada na sede da <strong>Associação Médica de Minas Gerais</strong>, no dia <strong>23 de abril,</strong> e prevê a criação de uma <strong>mesa de atendimento exclusiva da Copasa dentro da AMM.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O suporte contará com:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Técnicos da Copasa</li>
<li style="text-align: justify;">Equipes técnicas e jurídicas da AMM</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Até o dia <strong>17 de abril</strong>, pelo menos<strong> 265 municípios</strong> já haviam iniciado tratativas e recebido a minuta do contrato padrão.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Novo modelo contratual</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O modelo proposto estabelece:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Ampliação do prazo de concessão até 2073</strong></li>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Metas alinhadas ao Novo Marco Regulatório</strong></li>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Universalização progressiva dos serviços</strong></li>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Maior previsibilidade regulatória</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proteção aos municípios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mediação da AMM é considerada essencial para proteger municípios menores e deficitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>A Copasa possui contratos com 636 prefeituras</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">309 com água e esgoto<br>327 apenas com água</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>380 municípios contam com tarifas subsidiadas</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">331 atendidos pela Copasa<br>49 pela Copanor</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Decisão estratégica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A AMM reforça que seguirá ao lado das prefeituras na decisão entre a<strong>ditar contratos existentes ou aderir ao modelo de concessão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é garantir a melhor escolha para os municípios e viabilizar a <strong>universalização do acesso à água e ao esgotamento sanitário até 2033.</strong></p>
<p><img src="https://www.sindijorimg.com.br/uploads/images/202604/image_870x_69eb6cc5ced02.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"></p> ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 10:18:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em sua primeira negociação à frente da <strong>Associação Mineira de Municípios (AMM),</strong> o presidente da entidade e prefeito de Iguatama, <strong>Lucas Vieira</strong>, avançou na construção de um acordo com as prefeituras sobre o modelo de desestatização da <strong>Copasa</strong>. A proposta, articulada com a presidente da companhia, <strong>Marília Carvalho de Mello</strong>, assegura aos municípios mineiros a possibilidade de antecipação de recursos do repasse tarifário depositado no <strong>Fundo Municipal de Saneamento</strong>, regulamentado pela <strong>ARSAE</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo da adesão das prefeituras, o valor pode ultrapassar <strong>R$ 350 milhões</strong>. Além disso, os municípios poderão optar pelo adiamento do início da operação e da cobrança das tarifas de esgotamento sanitário para <strong>2029</strong>, com escalonamento dos investimentos conforme o <strong>Novo Marco do Saneamento</strong>.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Antecipação de recursos</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os municípios que substituírem os contratos atuais por contratos de concessão com a Copasa poderão antecipar os valores do Fundo Municipal de Saneamento referentes ao período de <strong>setembro de 2026 a dezembro de 2028,</strong> ou seja, até o fim do atual mandato dos prefeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">O pagamento será realizado em duas parcelas:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Outubro de 2026</strong></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Março de 2027</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, esses repasses estão limitados a até <strong>4% da receita líquida mensal.</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Impacto para os usuários</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Além do reforço financeiro aos municípios, a negociação traz impacto direto para a população. As tarifas de esgotamento sanitário poderão ser adiadas para <strong>2029</strong>, acompanhando o início da operação e o cronograma de investimentos da companhia nas cidades onde a Copasa já atua no abastecimento de água e passará a operar também o esgoto.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>┃ A privatização da Copasa não está em discussão. Já foi aprovada pela Assembleia Legislativa. Diante disso, a prioridade da AMM é garantir que os municípios participem desse processo, evitando descontinuidade dos serviços e assegurando tarifas justas para a população, afirmou Lucas Vieira.</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Apoio técnico e adesão dos municípios</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A proposta foi apresentada em assembleia realizada na sede da <strong>Associação Médica de Minas Gerais</strong>, no dia <strong>23 de abril,</strong> e prevê a criação de uma <strong>mesa de atendimento exclusiva da Copasa dentro da AMM.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O suporte contará com:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Técnicos da Copasa</li>
<li style="text-align: justify;">Equipes técnicas e jurídicas da AMM</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Até o dia <strong>17 de abril</strong>, pelo menos<strong> 265 municípios</strong> já haviam iniciado tratativas e recebido a minuta do contrato padrão.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Novo modelo contratual</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O modelo proposto estabelece:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Ampliação do prazo de concessão até 2073</strong></li>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Metas alinhadas ao Novo Marco Regulatório</strong></li>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Universalização progressiva dos serviços</strong></li>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong>Maior previsibilidade regulatória</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proteção aos municípios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mediação da AMM é considerada essencial para proteger municípios menores e deficitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>A Copasa possui contratos com 636 prefeituras</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">309 com água e esgoto<br>327 apenas com água</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>380 municípios contam com tarifas subsidiadas</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">331 atendidos pela Copasa<br>49 pela Copanor</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Decisão estratégica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A AMM reforça que seguirá ao lado das prefeituras na decisão entre a<strong>ditar contratos existentes ou aderir ao modelo de concessão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é garantir a melhor escolha para os municípios e viabilizar a <strong>universalização do acesso à água e ao esgotamento sanitário até 2033.</strong></p>
<p><img src="https://www.sindijorimg.com.br/uploads/images/202604/image_870x_69eb6cc5ced02.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Feira da Estação realiza edição especial de Dia das Mães no SESI Museu de Artes e Ofícios</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/feira-da-estacao-realiza-edicao-especial-de-dia-das-maes-no-sesi-museu-de-artes-e-oficios</link>
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<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><em>Fotos: Mariana Theodorica | Daniel Mansur</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evento reúne cerca de 94 expositores, programação cultural e experiências autorais em Belo Horizonte</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Feira da Estação chega à sua segunda edição com uma programação especial dedicada ao Dia das Mães, entre os dias 24 e 26 de abril, no SESI Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, em Belo Horizonte. Com entrada gratuita, o evento acontece na sexta e no sábado, das 10h às 19h, e no domingo, das 10h às 17h, consolidando-se como um dos encontros mais relevantes da cena criativa e autoral da capital mineira.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parceria e com curadoria de Mary Arantes, a feira, que é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG, ocupará os espaços do prédio principal do museu e reunirá cerca de 94 expositores, entre artistas e designers que trabalham com cerâmica, bordado, obras têxteis, marcenaria, tapeçaria, moda e diversas outras técnicas artesanais. Mais do que uma mostra de produtos, a proposta é criar um ambiente de troca e conexão entre arte, memória, identidade e patrimônio, valorizando saberes manuais e ofícios tradicionais que seguem vivos na cultura brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação vai além da exposição e comercialização de peças autorais. O público poderá participar de oficinas gratuitas para crianças e adultos, acompanhar bate-papos com artistas com intérprete em libras, além de aproveitar uma área gastronômica e atrações musicais. A iniciativa reforça o caráter plural e acessível da feira, ao mesmo tempo em que dialoga com um público interessado em experiências culturais qualificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A curadoria de Mary Arantes imprime à feira um olhar sensível e apurado sobre a produção artesanal. Nascida no Vale do Jequitinhonha, região reconhecida pela riqueza cultural e artesanal, Mary é criadora da marca Mary Design e do evento Quermesse da Mary. Sua trajetória é marcada pela valorização da arte popular brasileira e pela conexão entre tradição e contemporaneidade. Nesta edição, a proposta é expandir fronteiras e apresentar a potência do feito à mão em Minas Gerais e além, em um espaço que preserva e resguarda esses saberes. Programação</p>
<p style="text-align: justify;">A feira reúne uma seleção de artistas e criadores que apresentam trabalhos autorais em diferentes linguagens, técnicas e suportes:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Marina RB | Artes Plásticas – </strong>Com a proposta “Plano”, a artista investiga relações entre arquitetura, filosofia e construção de futuros possíveis. A partir de reflexões sobre memória, vivência e coletividade, o trabalho propõe pensar o presente como base para a criação de novos mundos, explorando a interseção entre o subjetivo e o coletivo.Marina<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Amália | Arte Têxtil – </strong>Apresenta tapeçarias artesanais desenvolvidas com técnica de tufting em tela cristal. As peças exploram formas orgânicas, transparência e interação com o ambiente, criando diferentes percepções conforme a luz e o olhar do público.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Rodrigo Borges | Artes Plásticas </strong>– Instalações feitas com fitas adesivas coloridas que constroem tramas, bandeiras e superfícies em diálogo com o espaço. As obras exploram a relação entre geometria, movimento e arquitetura, criando experiências visuais imersivas e mutáveis.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Bruno Amarante | Esculturas em Cerâmica – </strong>Na série “Paisagens do Ferro”, o artista reflete sobre as transformações do território mineiro a partir da mineração. A obra articula memória, paisagem e história, trazendo referências à exploração mineral e seus impactos culturais e sociais ao longo do tempo.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Cris Marzagão| Estúdio Trama –</strong> À frente do Estúdio Trama, apresenta mobiliários e objetos autorais que unem arte e manualidade. Peças únicas, feitas à mão, que valorizam afeto, funcionalidade e identidade nos espaços.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Juliana Ramos | Arte Floral – </strong>A artista apresenta obras inspiradas na força feminina e na experiência da maternidade. A partir de uma paleta de tons intensos, suas criações evocam a transformação, origem e o florescimento constante das mulheres.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Luiz Cláudio Apto03/ Exposição Moda – </strong>Com peças da coleção “Grão” (SPFW inverno 2025), o artista propõe uma reflexão sobre memória, trabalho e formação social do Brasil. A partir do ciclo do café, a obra tensiona narrativas históricas e questiona os símbolos de riqueza e progresso.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Outras atrações Encontrinho, roda de conversa, ( espaçamento) oficinas de Flores de Crepom, de Restauração de Forma de Queijo, de Mini Carro de Boi e de Escrita Têxtil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Feira da Estação – 2ª edição especial Dia das Mães</strong><br><strong>Data: </strong>24, 25 e 26 de abril Horário: sexta e sábado, das 10h às 19h; domingo, das 10h às 17h<br><strong>Local: </strong>SESI Museu de Artes e Ofícios – Praça Rui Barbosa, 600, Centro, Belo Horizonte<br><strong>Acessibilidade: </strong>bate-papos com intérprete em libras<br><strong>Entrada gratuita e as vagas são limitadas.</strong><br><strong>Projeto viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Denise Lucas</em><br><strong>Imprensa FIEMG</strong></p> ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:42:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Fotos: Mariana Theodorica | Daniel Mansur</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evento reúne cerca de 94 expositores, programação cultural e experiências autorais em Belo Horizonte</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Feira da Estação chega à sua segunda edição com uma programação especial dedicada ao Dia das Mães, entre os dias 24 e 26 de abril, no SESI Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, em Belo Horizonte. Com entrada gratuita, o evento acontece na sexta e no sábado, das 10h às 19h, e no domingo, das 10h às 17h, consolidando-se como um dos encontros mais relevantes da cena criativa e autoral da capital mineira.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parceria e com curadoria de Mary Arantes, a feira, que é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG, ocupará os espaços do prédio principal do museu e reunirá cerca de 94 expositores, entre artistas e designers que trabalham com cerâmica, bordado, obras têxteis, marcenaria, tapeçaria, moda e diversas outras técnicas artesanais. Mais do que uma mostra de produtos, a proposta é criar um ambiente de troca e conexão entre arte, memória, identidade e patrimônio, valorizando saberes manuais e ofícios tradicionais que seguem vivos na cultura brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação vai além da exposição e comercialização de peças autorais. O público poderá participar de oficinas gratuitas para crianças e adultos, acompanhar bate-papos com artistas com intérprete em libras, além de aproveitar uma área gastronômica e atrações musicais. A iniciativa reforça o caráter plural e acessível da feira, ao mesmo tempo em que dialoga com um público interessado em experiências culturais qualificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A curadoria de Mary Arantes imprime à feira um olhar sensível e apurado sobre a produção artesanal. Nascida no Vale do Jequitinhonha, região reconhecida pela riqueza cultural e artesanal, Mary é criadora da marca Mary Design e do evento Quermesse da Mary. Sua trajetória é marcada pela valorização da arte popular brasileira e pela conexão entre tradição e contemporaneidade. Nesta edição, a proposta é expandir fronteiras e apresentar a potência do feito à mão em Minas Gerais e além, em um espaço que preserva e resguarda esses saberes. Programação</p>
<p style="text-align: justify;">A feira reúne uma seleção de artistas e criadores que apresentam trabalhos autorais em diferentes linguagens, técnicas e suportes:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Marina RB | Artes Plásticas – </strong>Com a proposta “Plano”, a artista investiga relações entre arquitetura, filosofia e construção de futuros possíveis. A partir de reflexões sobre memória, vivência e coletividade, o trabalho propõe pensar o presente como base para a criação de novos mundos, explorando a interseção entre o subjetivo e o coletivo.Marina<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Amália | Arte Têxtil – </strong>Apresenta tapeçarias artesanais desenvolvidas com técnica de tufting em tela cristal. As peças exploram formas orgânicas, transparência e interação com o ambiente, criando diferentes percepções conforme a luz e o olhar do público.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Rodrigo Borges | Artes Plásticas </strong>– Instalações feitas com fitas adesivas coloridas que constroem tramas, bandeiras e superfícies em diálogo com o espaço. As obras exploram a relação entre geometria, movimento e arquitetura, criando experiências visuais imersivas e mutáveis.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Bruno Amarante | Esculturas em Cerâmica – </strong>Na série “Paisagens do Ferro”, o artista reflete sobre as transformações do território mineiro a partir da mineração. A obra articula memória, paisagem e história, trazendo referências à exploração mineral e seus impactos culturais e sociais ao longo do tempo.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Cris Marzagão| Estúdio Trama –</strong> À frente do Estúdio Trama, apresenta mobiliários e objetos autorais que unem arte e manualidade. Peças únicas, feitas à mão, que valorizam afeto, funcionalidade e identidade nos espaços.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Juliana Ramos | Arte Floral – </strong>A artista apresenta obras inspiradas na força feminina e na experiência da maternidade. A partir de uma paleta de tons intensos, suas criações evocam a transformação, origem e o florescimento constante das mulheres.<br><br></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Luiz Cláudio Apto03/ Exposição Moda – </strong>Com peças da coleção “Grão” (SPFW inverno 2025), o artista propõe uma reflexão sobre memória, trabalho e formação social do Brasil. A partir do ciclo do café, a obra tensiona narrativas históricas e questiona os símbolos de riqueza e progresso.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Outras atrações Encontrinho, roda de conversa, ( espaçamento) oficinas de Flores de Crepom, de Restauração de Forma de Queijo, de Mini Carro de Boi e de Escrita Têxtil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Feira da Estação – 2ª edição especial Dia das Mães</strong><br><strong>Data: </strong>24, 25 e 26 de abril Horário: sexta e sábado, das 10h às 19h; domingo, das 10h às 17h<br><strong>Local: </strong>SESI Museu de Artes e Ofícios – Praça Rui Barbosa, 600, Centro, Belo Horizonte<br><strong>Acessibilidade: </strong>bate-papos com intérprete em libras<br><strong>Entrada gratuita e as vagas são limitadas.</strong><br><strong>Projeto viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Denise Lucas</em><br><strong>Imprensa FIEMG</strong></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Flávio Roscoe se consolida como nome ao governo de Minas e passa a ser cotado também em chapa nacional</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/flavio-roscoe-se-consolida-como-nome-ao-governo-de-minas-e-passa-a-ser-cotado-tambem-em-chapa-nacional</link>
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<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Nome de Flávio Roscoe avança no debate sobre 2026 em Minas, com apoio de setores sociais e produtivos e passa a ser citado também em articulações nacionais do PL</strong></span><br><span style="font-size: 12pt;">O nome de Flávio Roscoe vem <strong>ganhando espaço</strong> no cenário político mineiro como uma das alternativas em discussão para a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. Em paralelo ao avanço no debate estadual, o presidente <strong>licenciado </strong>da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) também passou a ser citado em articulações nacionais do Partido Liberal (PL), inclusive como possível integrante de uma composição majoritária em nível federal, em cenários que cogitam uma chapa presidencial com <strong>Flávio Bolsonaro</strong> na cabeça e Flávio Roscoe como <strong>possível vice</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em entrevista à rádio Itatiaia, o senador <strong>Rogério Marinho</strong> (PL-RN), um dos articuladores políticos do partido, afirmou que Roscoe é um “<strong>quadro de nível nacional</strong>”, com potencial para participar tanto de disputas regionais quanto de composições em âmbito federal. Segundo o parlamentar, sua eventual participação dependerá de construção política e alinhamento partidário, podendo ocorrer em Minas Gerais ou em uma composição mais ampla.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A filiação de Flávio Roscoe foi acompanhada por lideranças do partido, como o presidente Valdemar Costa Neto, o deputado federal Domingos Sávio, pré-candidato ao Senado por Minas, o senador Rogério Marinho e o líder da oposição na Câmara, Sóstenes Cavalcante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em poucas semanas desde que colocou seu nome à disposição do PL e das diretrizes nacionais da legenda, Roscoe passou a reunir manifestações de apoio não apenas do setor produtivo, onde já exerce liderança reconhecida desde 2018, mas também de representantes da educação, da infraestrutura, do meio ambiente, da saúde, da segurança pública e de lideranças municipais em diferentes regiões do estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A <strong>percepção </strong>predominante entre interlocutores ouvidos pela reportagem é a de que Roscoe chega ao centro do debate político com um diferencial específico: o de um gestor cuja trajetória pública e institucional se construiu <strong>menos no campo da retórica partidária</strong> e mais na <strong>formulação de propostas</strong>, na articulação de soluções e na condução de resultados concretos. Nesse contexto, a discussão sobre seu eventual projeto político tem sido acompanhada de uma leitura mais ampla sobre o papel da gestão pública na transformação social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A avaliação recorrente é a de que, em Minas Gerais, a eficiência administrativa deixou de ser apenas uma bandeira técnica para se tornar também um <strong>tema social</strong>. Em outras palavras, governar bem já não significa apenas equilibrar contas ou desburocratizar processos: significa criar condições para que crianças aprendam mais, jovens tenham acesso à formação técnica, trabalhadores encontrem oportunidades, empresas invistam, cidades se desenvolvam e serviços públicos funcionem com maior qualidade.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Apoio extrapola a indústria e alcança setores sociais</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O apoio à presença de Roscoe no cenário político partiu, como era esperado, do meio industrial, mas <strong>não ficou restrito</strong> a ele. A reportagem ouviu representantes de sindicatos patronais, lideranças <strong>comunitárias, prefeitos</strong>, vereadores e interlocutores de áreas ligadas à <strong>educação</strong>, <strong>cultura, segurança, saúde e infraestrutura</strong>. O diagnóstico predominante foi o de que sua entrada no palco central da política mineira foi bem recebida por diferentes segmentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na educação, por exemplo, a gestão de <strong>Roscoe</strong> na FIEMG é frequentemente associada à expansão da rede <strong>SESI</strong> e <strong>SENAI </strong>em Minas Gerais. Lideranças da área apontam que o crescimento das escolas da rede, a ampliação de vagas e o fortalecimento da formação profissional produziram uma <strong>inflexão </strong>importante no debate sobre qualificação, inclusão e <strong>empregabilidade</strong>. A leitura é a de que o industrial demonstrou, nesse campo, uma visão que conecta produtividade e <strong>desenvolvimento humano</strong>, com forte dimensão social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Essa <strong>correlação </strong>entre gestão e impacto social tem sido um dos argumentos centrais apresentados por seus apoiadores. Para esse grupo, a boa administração não deve ser vista como um fim em si mesma, mas como instrumento de transformação da vida cotidiana. Uma escola melhor gerida reduz evasão e amplia horizontes; um sistema tributário mais racional atrai investimentos e gera emprego; uma política energética moderna reduz custos e favorece competitividade; um ambiente regulatório mais eficiente destrava obras, amplia arrecadação e acelera entregas à população.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Pacto por Minas: base técnica de um projeto de Estado</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Embora Roscoe ainda <strong>não esteja em campanha</strong> e, portanto, <strong>não tenha apresentado formalmente um plano de governo</strong>, parte relevante das ideias hoje associadas ao seu nome já aparece em documentos, <strong>seminários </strong>e estudos elaborados sob sua liderança na FIEMG. O principal deles é o <strong>Pacto por Minas</strong>, uma agenda de desenvolvimento estadual construída com apoio de corpo técnico especializado nas áreas de economia, engenharia, gestão, infraestrutura, educação e ambiente de negócios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O conjunto de propostas foi concebido não como plataforma eleitoral, mas como contribuição estruturada ao desenvolvimento de Minas Gerais. Ainda assim, a densidade técnica do material e sua repercussão junto ao governo estadual, ao setor produtivo e à sociedade civil fizeram do Pacto por Minas uma referência importante do modo de pensar a gestão defendido por Roscoe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Um dos aspectos mais destacados dessa agenda é seu alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Isso reforça a visão de que desenvolvimento econômico e responsabilidade social não são agendas opostas, mas dimensões complementares de uma administração pública moderna.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Educação: produtividade, inclusão e futuro</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na área educacional, o Pacto por Minas apresenta um conjunto robusto de medidas que dialogam diretamente com os ODS 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 10 (Redução das Desigualdades) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Entre os principais pontos estão <strong>a ampliação da oferta de cursos profissionalizantes</strong>, a <strong>alfabetização na idade certa</strong>, o fortalecimento da <strong>gestão escolar</strong>, programas de recomposição das aprendizagens, integração entre ensino médio e formação técnica, valorização das escolas com melhores indicadores e apoio às unidades com maiores dificuldades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A lógica por trás dessas propostas é clara: educação de qualidade não se limita à sala de aula; ela repercute no mercado de trabalho, na renda das famílias, na produtividade das empresas e na redução das desigualdades regionais. Ao defender a expansão do ensino técnico e da formação profissional, Roscoe insere a educação no centro de uma estratégia de desenvolvimento que combina inclusão social e competitividade econômica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Essa visão já se refletiu na própria trajetória da FIEMG sob sua gestão. A expansão da rede SESI e SENAI, frequentemente citada por lideranças do setor, é interpretada como evidência prática de que investir em capital humano gera resultados amplos: qualifica trabalhadores, atende demandas da indústria, amplia a empregabilidade e melhora a capacidade de inserção social da população.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Eixo trabalhista: emprego, dignidade e inclusão produtiva</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">No campo trabalhista, as propostas associadas ao Pacto por Minas se conectam especialmente aos ODS 8 (<strong>Trabalho Decente e Crescimento Econômico</strong>), 10 (<strong>Redução das Desigualdades</strong>) e 1 (<strong>Erradicação da Pobreza</strong>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Entre as iniciativas destacadas estão a criação de um cadastro estadual de trabalhadores desempregados com mais de <strong>50 anos</strong> e a formação de um banco de <strong>trabalhadores com deficiência</strong>. Ambas são medidas que dialogam com um problema concreto do mercado de trabalho: a dificuldade de inserção de grupos que, embora tenham experiência ou capacidade produtiva, enfrentam barreiras estruturais de contratação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A defesa dessas ações reforça um traço frequentemente atribuído a <strong>Roscoe </strong>por seus interlocutores: a tentativa de aproximar crescimento econômico e inclusão social. Na prática, isso significa compreender que uma política de emprego eficiente não deve olhar apenas para números agregados, mas para a qualidade da inserção profissional e para os grupos que permanecem mais vulneráveis no acesso ao trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nesse ponto, a boa gestão produz <strong>impacto direto sobre a vida das pessoas</strong>. Ao facilitar a conexão entre empresas e trabalhadores, ao organizar dados, ao promover qualificação e ao aproximar os sistemas de oferta e demanda, o Estado pode <strong>reduzir o desemprego</strong>, ampliar a renda e fortalecer a autonomia das famílias.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Energia: competitividade, sustentabilidade e transição tecnológica</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na área de energia, as propostas relacionadas à política estadual de incentivo à cadeia produtiva de minerais críticos e estratégicos e aos sistemas de armazenamento de energia dialogam com os ODS 7 (Energia Limpa e Acessível), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O tema é estratégico para Minas Gerais. O estado reúne potencial mineral, capacidade industrial e posição relevante no debate sobre transição energética. Ao defender uma política orientada à cadeia de minerais críticos e soluções de armazenamento, <strong>Flávio</strong> associa a agenda econômica mineira a um setor de futuro, capaz de gerar valor agregado, atrair investimentos e inserir o estado em mercados mais sofisticados tecnologicamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Além do aspecto produtivo, a pauta energética possui forte dimensão social. Sistemas mais modernos, eficientes e integrados reduzem custos sistêmicos, favorecem a competitividade das empresas e, no médio prazo, podem ampliar a capacidade de investimento em outras áreas. Energia mais estável e menos onerosa impacta diretamente a indústria, os serviços, o comércio e, por consequência, o emprego e a renda.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Meio ambiente: segurança jurídica e desenvolvimento sustentável</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">No eixo ambiental, a proposta de adequar a legislação, revisar atos normativos e atualizar termos de referência relaciona-se diretamente aos ODS 13 (<strong>Ação Climática</strong>), 15 (<strong>Vida Terrestre</strong>) e 16 (<strong>Paz, Justiça e Instituições Eficazes</strong>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A abordagem aqui não é de flexibilização descontrolada, mas de modernização regulatória com maior clareza, previsibilidade e eficiência. A leitura defendida pelos setores produtivos próximos a Roscoe é a de que insegurança jurídica e excesso de sobreposição normativa geram atrasos, travam investimentos e prejudicam tanto a economia quanto a efetividade da proteção ambiental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nesse sentido, uma legislação ambiental mais clara e tecnicamente consistente pode beneficiar simultaneamente desenvolvimento e preservação. Boa gestão ambiental é aquela que <strong>reduz conflitos</strong>, melhora processos, acelera análises sem abrir mão do rigor técnico e fortalece a capacidade do Estado de fiscalizar, licenciar e planejar. Quando isso ocorre, o resultado social aparece em forma de mais investimentos, mais empregos, menor judicialização e maior equilíbrio entre crescimento e proteção de recursos naturais.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Segurança pública e ambiente institucional</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Embora o texto-base destaque menos detalhadamente as propostas para segurança pública, a atuação de Flávio Roscoe em palestras e fóruns sobre o tema insere esse eixo na lógica mais ampla dos ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A <strong>premissa</strong> central é que desenvolvimento econômico e <strong>segurança </strong>caminham juntos. Não há ambiente de negócios sólido sem estabilidade institucional, previsibilidade e proteção à atividade produtiva. Da mesma forma, cidades mais seguras tendem a atrair investimentos, preservar empregos e melhorar a qualidade de vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Ao trazer segurança para o centro do debate sobre eficiência do Estado, Roscoe se aproxima de uma visão mais integrada de gestão: o poder público não deve atuar em compartimentos isolados, mas conectar desenvolvimento, prevenção, urbanismo, educação, infraestrutura e presença institucional. Boa gestão, nesse caso, significa também capacidade de coordenação entre áreas que historicamente caminharam de forma dispersa.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Tributário: destravar a economia para melhorar a vida real</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">No campo tributário, as propostas de rever a política de substituição tributária, flexibilizar o uso de créditos acumulados de ICMS, reduzir prazos para regimes especiais, aplicar diferimento em matérias-primas importadas e criar uma página atualizável sobre o IBS se relacionam aos ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura) e 16 (Instituições Eficazes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Embora o tema pareça técnico, seu efeito é profundamente social. Um sistema tributário mais racional reduz custos, melhora o fluxo de caixa das empresas, amplia competitividade e favorece investimentos. Em linguagem mais direta: quando a burocracia tributária sufoca a produção, o efeito chega à ponta em forma de menos empregos, menor renda e preços maiores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Ao insistir na desburocratização e na racionalização fiscal, a agenda liderada por Flávio Roscoe parte do princípio de que eficiência administrativa é política pública de impacto social. Isso porque o ganho de produtividade do setor produtivo tende a se converter em expansão da atividade econômica, contratação de trabalhadores, ampliação de arrecadação e fortalecimento da capacidade do próprio Estado de investir em serviços essenciais.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Boa gestão como política social</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A consolidação do nome de <strong>Flávio Roscoe</strong> no cenário de 2026 parece, portanto, estar associada a um discurso mais amplo do que o de simples eficiência econômica. O que <strong>emerge </strong>de sua trajetória, das propostas do Pacto por Minas e da <strong>receptividade </strong>encontrada em diferentes setores é a ideia de que boa gestão é, também, <strong>política social</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Esse ponto é decisivo para compreender a natureza de seu crescimento político. Ao articular educação, formação técnica, inclusão no mercado de trabalho, modernização energética, revisão regulatória, racionalidade tributária e melhoria do ambiente de negócios, Flávio não apresenta apenas uma agenda empresarial. Apresenta um modelo de administração que parte da economia para alcançar o social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Essa visão tem sido bem recebida em um estado que convive, ao mesmo tempo, com potencial produtivo expressivo e desigualdades regionais persistentes. Para seus apoiadores, Minas precisa menos de promessas grandiosas e mais de gestão consistente, capaz de transformar planejamento em resultados concretos.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Um nome técnico em um cenário ainda aberto</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Politicamente, a definição sobre candidatura ainda depende do PL e de suas articulações nacionais e estaduais. <strong>Flávio Roscoe</strong> permanece em fase de disponibilização de seu nome ao partido, sem formalização de campanha e sem anúncio oficial de projeto eleitoral. Ainda assim, sua presença no debate já alterou o eixo da discussão em Minas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em vez de girar apenas em torno de alianças e nomes tradicionais, o cenário passou a incorporar com mais força a pauta da gestão resolutiva, da produtividade, da educação técnica, da desburocratização e da capacidade de execução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">É nesse espaço que Flávio Roscoe vai se consolidando: como um nome que reúne apoio do setor produtivo, crescente aceitação em outros segmentos e uma narrativa pública baseada na ideia de que governar bem impacta diretamente o social, melhora a vida das pessoas e amplia as perspectivas de futuro de Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Politicamente, a definição sobre candidatura ainda depende do PL e de suas articulações nacionais e estaduais. Flávio Roscoe permanece em fase de disponibilização de seu nome ao partido, sem formalização de campanha e sem anúncio oficial de projeto eleitoral. Ao mesmo tempo, declarações recentes de lideranças nacionais da legenda indicam que seu nome também passou a ser considerado em estratégias mais amplas, incluindo possíveis composições fora do estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segundo Rogério Marinho, o partido avalia diferentes cenários para Minas Gerais e para a eleição nacional, em diálogo com lideranças como Domingos Sávio e o deputado federal Nikolas Ferreira. A definição, de acordo com o senador, deve ocorrer nas próximas semanas e pode ter repercussão no desenho dos palanques no estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em vez de girar apenas em torno de alianças e nomes tradicionais, o cenário passou a incorporar com mais força a pauta da gestão resolutiva, da produtividade, da educação técnica, da desburocratização e da capacidade de execução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">É nesse espaço que Flávio Roscoe vai se consolidando: como um nome que reúne apoio do setor produtivo, crescente aceitação em outros segmentos e uma narrativa pública baseada na ideia de que governar bem impacta diretamente o social, melhora a vida das pessoas e amplia as perspectivas de futuro de Minas Gerais.</span></p> ]]></description>
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<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 11:50:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Nome de Flávio Roscoe avança no debate sobre 2026 em Minas, com apoio de setores sociais e produtivos e passa a ser citado também em articulações nacionais do PL</strong></span><br><span style="font-size: 12pt;">O nome de Flávio Roscoe vem <strong>ganhando espaço</strong> no cenário político mineiro como uma das alternativas em discussão para a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. Em paralelo ao avanço no debate estadual, o presidente <strong>licenciado </strong>da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) também passou a ser citado em articulações nacionais do Partido Liberal (PL), inclusive como possível integrante de uma composição majoritária em nível federal, em cenários que cogitam uma chapa presidencial com <strong>Flávio Bolsonaro</strong> na cabeça e Flávio Roscoe como <strong>possível vice</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em entrevista à rádio Itatiaia, o senador <strong>Rogério Marinho</strong> (PL-RN), um dos articuladores políticos do partido, afirmou que Roscoe é um “<strong>quadro de nível nacional</strong>”, com potencial para participar tanto de disputas regionais quanto de composições em âmbito federal. Segundo o parlamentar, sua eventual participação dependerá de construção política e alinhamento partidário, podendo ocorrer em Minas Gerais ou em uma composição mais ampla.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A filiação de Flávio Roscoe foi acompanhada por lideranças do partido, como o presidente Valdemar Costa Neto, o deputado federal Domingos Sávio, pré-candidato ao Senado por Minas, o senador Rogério Marinho e o líder da oposição na Câmara, Sóstenes Cavalcante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em poucas semanas desde que colocou seu nome à disposição do PL e das diretrizes nacionais da legenda, Roscoe passou a reunir manifestações de apoio não apenas do setor produtivo, onde já exerce liderança reconhecida desde 2018, mas também de representantes da educação, da infraestrutura, do meio ambiente, da saúde, da segurança pública e de lideranças municipais em diferentes regiões do estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A <strong>percepção </strong>predominante entre interlocutores ouvidos pela reportagem é a de que Roscoe chega ao centro do debate político com um diferencial específico: o de um gestor cuja trajetória pública e institucional se construiu <strong>menos no campo da retórica partidária</strong> e mais na <strong>formulação de propostas</strong>, na articulação de soluções e na condução de resultados concretos. Nesse contexto, a discussão sobre seu eventual projeto político tem sido acompanhada de uma leitura mais ampla sobre o papel da gestão pública na transformação social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A avaliação recorrente é a de que, em Minas Gerais, a eficiência administrativa deixou de ser apenas uma bandeira técnica para se tornar também um <strong>tema social</strong>. Em outras palavras, governar bem já não significa apenas equilibrar contas ou desburocratizar processos: significa criar condições para que crianças aprendam mais, jovens tenham acesso à formação técnica, trabalhadores encontrem oportunidades, empresas invistam, cidades se desenvolvam e serviços públicos funcionem com maior qualidade.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Apoio extrapola a indústria e alcança setores sociais</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O apoio à presença de Roscoe no cenário político partiu, como era esperado, do meio industrial, mas <strong>não ficou restrito</strong> a ele. A reportagem ouviu representantes de sindicatos patronais, lideranças <strong>comunitárias, prefeitos</strong>, vereadores e interlocutores de áreas ligadas à <strong>educação</strong>, <strong>cultura, segurança, saúde e infraestrutura</strong>. O diagnóstico predominante foi o de que sua entrada no palco central da política mineira foi bem recebida por diferentes segmentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na educação, por exemplo, a gestão de <strong>Roscoe</strong> na FIEMG é frequentemente associada à expansão da rede <strong>SESI</strong> e <strong>SENAI </strong>em Minas Gerais. Lideranças da área apontam que o crescimento das escolas da rede, a ampliação de vagas e o fortalecimento da formação profissional produziram uma <strong>inflexão </strong>importante no debate sobre qualificação, inclusão e <strong>empregabilidade</strong>. A leitura é a de que o industrial demonstrou, nesse campo, uma visão que conecta produtividade e <strong>desenvolvimento humano</strong>, com forte dimensão social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Essa <strong>correlação </strong>entre gestão e impacto social tem sido um dos argumentos centrais apresentados por seus apoiadores. Para esse grupo, a boa administração não deve ser vista como um fim em si mesma, mas como instrumento de transformação da vida cotidiana. Uma escola melhor gerida reduz evasão e amplia horizontes; um sistema tributário mais racional atrai investimentos e gera emprego; uma política energética moderna reduz custos e favorece competitividade; um ambiente regulatório mais eficiente destrava obras, amplia arrecadação e acelera entregas à população.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-weight: bold;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Pacto por Minas: base técnica de um projeto de Estado</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Embora Roscoe ainda <strong>não esteja em campanha</strong> e, portanto, <strong>não tenha apresentado formalmente um plano de governo</strong>, parte relevante das ideias hoje associadas ao seu nome já aparece em documentos, <strong>seminários </strong>e estudos elaborados sob sua liderança na FIEMG. O principal deles é o <strong>Pacto por Minas</strong>, uma agenda de desenvolvimento estadual construída com apoio de corpo técnico especializado nas áreas de economia, engenharia, gestão, infraestrutura, educação e ambiente de negócios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O conjunto de propostas foi concebido não como plataforma eleitoral, mas como contribuição estruturada ao desenvolvimento de Minas Gerais. Ainda assim, a densidade técnica do material e sua repercussão junto ao governo estadual, ao setor produtivo e à sociedade civil fizeram do Pacto por Minas uma referência importante do modo de pensar a gestão defendido por Roscoe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Um dos aspectos mais destacados dessa agenda é seu alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Isso reforça a visão de que desenvolvimento econômico e responsabilidade social não são agendas opostas, mas dimensões complementares de uma administração pública moderna.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Educação: produtividade, inclusão e futuro</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na área educacional, o Pacto por Minas apresenta um conjunto robusto de medidas que dialogam diretamente com os ODS 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 10 (Redução das Desigualdades) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Entre os principais pontos estão <strong>a ampliação da oferta de cursos profissionalizantes</strong>, a <strong>alfabetização na idade certa</strong>, o fortalecimento da <strong>gestão escolar</strong>, programas de recomposição das aprendizagens, integração entre ensino médio e formação técnica, valorização das escolas com melhores indicadores e apoio às unidades com maiores dificuldades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A lógica por trás dessas propostas é clara: educação de qualidade não se limita à sala de aula; ela repercute no mercado de trabalho, na renda das famílias, na produtividade das empresas e na redução das desigualdades regionais. Ao defender a expansão do ensino técnico e da formação profissional, Roscoe insere a educação no centro de uma estratégia de desenvolvimento que combina inclusão social e competitividade econômica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Essa visão já se refletiu na própria trajetória da FIEMG sob sua gestão. A expansão da rede SESI e SENAI, frequentemente citada por lideranças do setor, é interpretada como evidência prática de que investir em capital humano gera resultados amplos: qualifica trabalhadores, atende demandas da indústria, amplia a empregabilidade e melhora a capacidade de inserção social da população.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Eixo trabalhista: emprego, dignidade e inclusão produtiva</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">No campo trabalhista, as propostas associadas ao Pacto por Minas se conectam especialmente aos ODS 8 (<strong>Trabalho Decente e Crescimento Econômico</strong>), 10 (<strong>Redução das Desigualdades</strong>) e 1 (<strong>Erradicação da Pobreza</strong>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Entre as iniciativas destacadas estão a criação de um cadastro estadual de trabalhadores desempregados com mais de <strong>50 anos</strong> e a formação de um banco de <strong>trabalhadores com deficiência</strong>. Ambas são medidas que dialogam com um problema concreto do mercado de trabalho: a dificuldade de inserção de grupos que, embora tenham experiência ou capacidade produtiva, enfrentam barreiras estruturais de contratação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A defesa dessas ações reforça um traço frequentemente atribuído a <strong>Roscoe </strong>por seus interlocutores: a tentativa de aproximar crescimento econômico e inclusão social. Na prática, isso significa compreender que uma política de emprego eficiente não deve olhar apenas para números agregados, mas para a qualidade da inserção profissional e para os grupos que permanecem mais vulneráveis no acesso ao trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nesse ponto, a boa gestão produz <strong>impacto direto sobre a vida das pessoas</strong>. Ao facilitar a conexão entre empresas e trabalhadores, ao organizar dados, ao promover qualificação e ao aproximar os sistemas de oferta e demanda, o Estado pode <strong>reduzir o desemprego</strong>, ampliar a renda e fortalecer a autonomia das famílias.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Energia: competitividade, sustentabilidade e transição tecnológica</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na área de energia, as propostas relacionadas à política estadual de incentivo à cadeia produtiva de minerais críticos e estratégicos e aos sistemas de armazenamento de energia dialogam com os ODS 7 (Energia Limpa e Acessível), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O tema é estratégico para Minas Gerais. O estado reúne potencial mineral, capacidade industrial e posição relevante no debate sobre transição energética. Ao defender uma política orientada à cadeia de minerais críticos e soluções de armazenamento, <strong>Flávio</strong> associa a agenda econômica mineira a um setor de futuro, capaz de gerar valor agregado, atrair investimentos e inserir o estado em mercados mais sofisticados tecnologicamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Além do aspecto produtivo, a pauta energética possui forte dimensão social. Sistemas mais modernos, eficientes e integrados reduzem custos sistêmicos, favorecem a competitividade das empresas e, no médio prazo, podem ampliar a capacidade de investimento em outras áreas. Energia mais estável e menos onerosa impacta diretamente a indústria, os serviços, o comércio e, por consequência, o emprego e a renda.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Meio ambiente: segurança jurídica e desenvolvimento sustentável</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">No eixo ambiental, a proposta de adequar a legislação, revisar atos normativos e atualizar termos de referência relaciona-se diretamente aos ODS 13 (<strong>Ação Climática</strong>), 15 (<strong>Vida Terrestre</strong>) e 16 (<strong>Paz, Justiça e Instituições Eficazes</strong>).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A abordagem aqui não é de flexibilização descontrolada, mas de modernização regulatória com maior clareza, previsibilidade e eficiência. A leitura defendida pelos setores produtivos próximos a Roscoe é a de que insegurança jurídica e excesso de sobreposição normativa geram atrasos, travam investimentos e prejudicam tanto a economia quanto a efetividade da proteção ambiental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nesse sentido, uma legislação ambiental mais clara e tecnicamente consistente pode beneficiar simultaneamente desenvolvimento e preservação. Boa gestão ambiental é aquela que <strong>reduz conflitos</strong>, melhora processos, acelera análises sem abrir mão do rigor técnico e fortalece a capacidade do Estado de fiscalizar, licenciar e planejar. Quando isso ocorre, o resultado social aparece em forma de mais investimentos, mais empregos, menor judicialização e maior equilíbrio entre crescimento e proteção de recursos naturais.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Segurança pública e ambiente institucional</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Embora o texto-base destaque menos detalhadamente as propostas para segurança pública, a atuação de Flávio Roscoe em palestras e fóruns sobre o tema insere esse eixo na lógica mais ampla dos ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A <strong>premissa</strong> central é que desenvolvimento econômico e <strong>segurança </strong>caminham juntos. Não há ambiente de negócios sólido sem estabilidade institucional, previsibilidade e proteção à atividade produtiva. Da mesma forma, cidades mais seguras tendem a atrair investimentos, preservar empregos e melhorar a qualidade de vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Ao trazer segurança para o centro do debate sobre eficiência do Estado, Roscoe se aproxima de uma visão mais integrada de gestão: o poder público não deve atuar em compartimentos isolados, mas conectar desenvolvimento, prevenção, urbanismo, educação, infraestrutura e presença institucional. Boa gestão, nesse caso, significa também capacidade de coordenação entre áreas que historicamente caminharam de forma dispersa.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Tributário: destravar a economia para melhorar a vida real</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">No campo tributário, as propostas de rever a política de substituição tributária, flexibilizar o uso de créditos acumulados de ICMS, reduzir prazos para regimes especiais, aplicar diferimento em matérias-primas importadas e criar uma página atualizável sobre o IBS se relacionam aos ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura) e 16 (Instituições Eficazes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Embora o tema pareça técnico, seu efeito é profundamente social. Um sistema tributário mais racional reduz custos, melhora o fluxo de caixa das empresas, amplia competitividade e favorece investimentos. Em linguagem mais direta: quando a burocracia tributária sufoca a produção, o efeito chega à ponta em forma de menos empregos, menor renda e preços maiores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Ao insistir na desburocratização e na racionalização fiscal, a agenda liderada por Flávio Roscoe parte do princípio de que eficiência administrativa é política pública de impacto social. Isso porque o ganho de produtividade do setor produtivo tende a se converter em expansão da atividade econômica, contratação de trabalhadores, ampliação de arrecadação e fortalecimento da capacidade do próprio Estado de investir em serviços essenciais.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Boa gestão como política social</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A consolidação do nome de <strong>Flávio Roscoe</strong> no cenário de 2026 parece, portanto, estar associada a um discurso mais amplo do que o de simples eficiência econômica. O que <strong>emerge </strong>de sua trajetória, das propostas do Pacto por Minas e da <strong>receptividade </strong>encontrada em diferentes setores é a ideia de que boa gestão é, também, <strong>política social</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Esse ponto é decisivo para compreender a natureza de seu crescimento político. Ao articular educação, formação técnica, inclusão no mercado de trabalho, modernização energética, revisão regulatória, racionalidade tributária e melhoria do ambiente de negócios, Flávio não apresenta apenas uma agenda empresarial. Apresenta um modelo de administração que parte da economia para alcançar o social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Essa visão tem sido bem recebida em um estado que convive, ao mesmo tempo, com potencial produtivo expressivo e desigualdades regionais persistentes. Para seus apoiadores, Minas precisa menos de promessas grandiosas e mais de gestão consistente, capaz de transformar planejamento em resultados concretos.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Um nome técnico em um cenário ainda aberto</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Politicamente, a definição sobre candidatura ainda depende do PL e de suas articulações nacionais e estaduais. <strong>Flávio Roscoe</strong> permanece em fase de disponibilização de seu nome ao partido, sem formalização de campanha e sem anúncio oficial de projeto eleitoral. Ainda assim, sua presença no debate já alterou o eixo da discussão em Minas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em vez de girar apenas em torno de alianças e nomes tradicionais, o cenário passou a incorporar com mais força a pauta da gestão resolutiva, da produtividade, da educação técnica, da desburocratização e da capacidade de execução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">É nesse espaço que Flávio Roscoe vai se consolidando: como um nome que reúne apoio do setor produtivo, crescente aceitação em outros segmentos e uma narrativa pública baseada na ideia de que governar bem impacta diretamente o social, melhora a vida das pessoas e amplia as perspectivas de futuro de Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Politicamente, a definição sobre candidatura ainda depende do PL e de suas articulações nacionais e estaduais. Flávio Roscoe permanece em fase de disponibilização de seu nome ao partido, sem formalização de campanha e sem anúncio oficial de projeto eleitoral. Ao mesmo tempo, declarações recentes de lideranças nacionais da legenda indicam que seu nome também passou a ser considerado em estratégias mais amplas, incluindo possíveis composições fora do estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segundo Rogério Marinho, o partido avalia diferentes cenários para Minas Gerais e para a eleição nacional, em diálogo com lideranças como Domingos Sávio e o deputado federal Nikolas Ferreira. A definição, de acordo com o senador, deve ocorrer nas próximas semanas e pode ter repercussão no desenho dos palanques no estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em vez de girar apenas em torno de alianças e nomes tradicionais, o cenário passou a incorporar com mais força a pauta da gestão resolutiva, da produtividade, da educação técnica, da desburocratização e da capacidade de execução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">É nesse espaço que Flávio Roscoe vai se consolidando: como um nome que reúne apoio do setor produtivo, crescente aceitação em outros segmentos e uma narrativa pública baseada na ideia de que governar bem impacta diretamente o social, melhora a vida das pessoas e amplia as perspectivas de futuro de Minas Gerais.</span></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Presidente da AMM articula em Brasília PEC que pode ampliar repasses aos municípios mineiros</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/presidente-da-amm-articula-em-brasilia-pec-que-pode-ampliar-repasses-aos-municipios-mineiros</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.sindijorimg.com.br/presidente-da-amm-articula-em-brasilia-pec-que-pode-ampliar-repasses-aos-municipios-mineiros</guid>
<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><br><strong>Proposta prevê até R$ 1,3 bilhão extra por ano no FPM para Minas Gerais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empossado no último dia 8 de abril como presidente da <strong>Associação Mineira de Municípios (AMM)</strong>, o prefeito de Iguatama, <strong>Lucas Vieira</strong>, realizou sua primeira agenda oficial em Brasília nesta semana. O gestor participou de reunião com a bancada mineira no Congresso Nacional para solicitar apoio à inclusão da <strong>PEC 231/2019</strong> na pauta prioritária do semestre.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta prevê a criação de um quarto repasse anual do <strong>Fundo de Participação dos Municípios (FPM),</strong> o que pode representar um reforço de aproximadamente <strong>R$ 1,3 bilhão</strong> <strong>por ano para Minas Gerais</strong>, a ser distribuído no mês de março. No total, a medida prevê a liberação de cerca de <strong>R$ 10 bilhões adicionais</strong> para municípios de todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>┃ Pedimos o empenho total da bancada mineira na aprovação dessa PEC essencial para equilibrar as contas das prefeituras, afirmou Lucas Vieira após a reunião, coordenada na Câmara pelo deputado federal <strong>Igor Timo (PSD-MG).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Articulação política e agenda institucional</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a agenda na capital federal, o presidente da AMM também realizou a entrega de convites para o <strong>41º Congresso Mineiro de Municípios</strong>, que será realizado nos dias <strong>5 e 6 de maio</strong>, em Belo Horizonte, com expectativa de reunir mais de <strong>10 mil participantes.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos convites foi entregue ao deputado federal <strong>Reginaldo Lopes (PT-MG),</strong> um dos autores da proposta, que tem atuado pela sua aprovação.</p>
<p style="text-align: justify;">A PEC também foi discutida em reunião com o presidente da <strong>Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski</strong>, e deve integrar a pauta da <strong>Marcha dos Prefeitos a Brasília</strong>, prevista para ocorrer entre os dias <strong>18 e 21 de maio.</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Impacto para os municípios</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em seu segundo mandato como prefeito de Iguatama, município com menos de 10 mil habitantes, Lucas Vieira destacou que conhece de perto as dificuldades financeiras enfrentadas pelas pequenas prefeituras.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta busca complementar os repasses já realizados atualmente nos meses de <strong>julho, setembro e dezembro</strong>, ampliando a previsibilidade e a capacidade de investimento dos municípios.</p> ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 14:20:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><br><strong>Proposta prevê até R$ 1,3 bilhão extra por ano no FPM para Minas Gerais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empossado no último dia 8 de abril como presidente da <strong>Associação Mineira de Municípios (AMM)</strong>, o prefeito de Iguatama, <strong>Lucas Vieira</strong>, realizou sua primeira agenda oficial em Brasília nesta semana. O gestor participou de reunião com a bancada mineira no Congresso Nacional para solicitar apoio à inclusão da <strong>PEC 231/2019</strong> na pauta prioritária do semestre.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta prevê a criação de um quarto repasse anual do <strong>Fundo de Participação dos Municípios (FPM),</strong> o que pode representar um reforço de aproximadamente <strong>R$ 1,3 bilhão</strong> <strong>por ano para Minas Gerais</strong>, a ser distribuído no mês de março. No total, a medida prevê a liberação de cerca de <strong>R$ 10 bilhões adicionais</strong> para municípios de todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>┃ Pedimos o empenho total da bancada mineira na aprovação dessa PEC essencial para equilibrar as contas das prefeituras, afirmou Lucas Vieira após a reunião, coordenada na Câmara pelo deputado federal <strong>Igor Timo (PSD-MG).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Articulação política e agenda institucional</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a agenda na capital federal, o presidente da AMM também realizou a entrega de convites para o <strong>41º Congresso Mineiro de Municípios</strong>, que será realizado nos dias <strong>5 e 6 de maio</strong>, em Belo Horizonte, com expectativa de reunir mais de <strong>10 mil participantes.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos convites foi entregue ao deputado federal <strong>Reginaldo Lopes (PT-MG),</strong> um dos autores da proposta, que tem atuado pela sua aprovação.</p>
<p style="text-align: justify;">A PEC também foi discutida em reunião com o presidente da <strong>Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski</strong>, e deve integrar a pauta da <strong>Marcha dos Prefeitos a Brasília</strong>, prevista para ocorrer entre os dias <strong>18 e 21 de maio.</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Impacto para os municípios</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em seu segundo mandato como prefeito de Iguatama, município com menos de 10 mil habitantes, Lucas Vieira destacou que conhece de perto as dificuldades financeiras enfrentadas pelas pequenas prefeituras.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta busca complementar os repasses já realizados atualmente nos meses de <strong>julho, setembro e dezembro</strong>, ampliando a previsibilidade e a capacidade de investimento dos municípios.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Lucas Vieira assume presidência da AMM e reforça continuidade do municipalismo em Minas</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/lucas-vieira-assume-presidencia-da-amm-e-reforca-continuidade-do-municipalismo-em-minas</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.sindijorimg.com.br/lucas-vieira-assume-presidencia-da-amm-e-reforca-continuidade-do-municipalismo-em-minas</guid>
<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;">O prefeito de Iguatama, <strong>Lucas Vieira Lopes</strong>, é o novo presidente da <strong>Associação Mineira de Municípios (AMM).</strong> Ele assume o comando da entidade após a renúncia de Luís <strong>Eduardo Falcão</strong>, que deixa o cargo para se dedicar a novos desafios no cenário político estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">Advogado formado pela Universidade de Itaúna, Lucas iniciou sua trajetória política com forte atuação no municipalismo. Foi eleito prefeito de Iguatama em 2020 e reeleito em 2024 com <strong>86,36% dos votos válidos</strong>, consolidando uma gestão voltada para áreas essenciais como saúde, educação, assistência social, infraestrutura e agricultura.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Trajetória institucional e fortalecimento regional</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, Lucas Vieira ganhou destaque no cenário estadual. Em 2022, assumiu a direção regional Centro-Oeste da AMM e passou a integrar o <strong>Conselho Fiscal do CIS-URG (Consórcio Intermunicipal de Saúde/SAMU Centro-Oeste),</strong> ampliando sua atuação na área da saúde pública regional.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2025, foi eleito <strong>1º vice-presidente da AMM</strong>, função que o colocou à frente de agendas estratégicas em Minas Gerais, com atuação no interior do estado, em Belo Horizonte e em Brasília.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Continuidade e compromisso com os municípios</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ao assumir a presidência, Lucas destacou o trabalho desenvolvido por Luís Eduardo Falcão e reforçou o compromisso com a continuidade de uma gestão baseada no diálogo e na representatividade dos municípios.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>┃ Assumo a presidência da AMM com responsabilidade e espírito público. Ao lado do presidente Luís Eduardo Falcão, acompanhei de perto um trabalho sério e comprometido com os municípios. Nossa gestão será apartidária, aberta ao diálogo e focada na construção de soluções em todas as esferas de poder, afirmou.</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Foco na escuta e nas realidades locais</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A chegada de Lucas Vieira à presidência da AMM sinaliza a manutenção de uma gestão voltada para:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Fortalecimento do municipalismo</li>
<li style="text-align: justify;">Escuta ativa dos gestores</li>
<li style="text-align: justify;">Representatividade dos municípios</li>
<li style="text-align: justify;">Soluções adaptadas às diferentes realidades de Minas Gerais</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O novo presidente assume com o desafio de ampliar o protagonismo dos municípios mineiros e fortalecer sua atuação nas decisões estaduais e nacionais.</p> ]]></description>
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<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 08:10:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O prefeito de Iguatama, <strong>Lucas Vieira Lopes</strong>, é o novo presidente da <strong>Associação Mineira de Municípios (AMM).</strong> Ele assume o comando da entidade após a renúncia de Luís <strong>Eduardo Falcão</strong>, que deixa o cargo para se dedicar a novos desafios no cenário político estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">Advogado formado pela Universidade de Itaúna, Lucas iniciou sua trajetória política com forte atuação no municipalismo. Foi eleito prefeito de Iguatama em 2020 e reeleito em 2024 com <strong>86,36% dos votos válidos</strong>, consolidando uma gestão voltada para áreas essenciais como saúde, educação, assistência social, infraestrutura e agricultura.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Trajetória institucional e fortalecimento regional</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, Lucas Vieira ganhou destaque no cenário estadual. Em 2022, assumiu a direção regional Centro-Oeste da AMM e passou a integrar o <strong>Conselho Fiscal do CIS-URG (Consórcio Intermunicipal de Saúde/SAMU Centro-Oeste),</strong> ampliando sua atuação na área da saúde pública regional.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2025, foi eleito <strong>1º vice-presidente da AMM</strong>, função que o colocou à frente de agendas estratégicas em Minas Gerais, com atuação no interior do estado, em Belo Horizonte e em Brasília.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Continuidade e compromisso com os municípios</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ao assumir a presidência, Lucas destacou o trabalho desenvolvido por Luís Eduardo Falcão e reforçou o compromisso com a continuidade de uma gestão baseada no diálogo e na representatividade dos municípios.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>┃ Assumo a presidência da AMM com responsabilidade e espírito público. Ao lado do presidente Luís Eduardo Falcão, acompanhei de perto um trabalho sério e comprometido com os municípios. Nossa gestão será apartidária, aberta ao diálogo e focada na construção de soluções em todas as esferas de poder, afirmou.</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Foco na escuta e nas realidades locais</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A chegada de Lucas Vieira à presidência da AMM sinaliza a manutenção de uma gestão voltada para:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Fortalecimento do municipalismo</li>
<li style="text-align: justify;">Escuta ativa dos gestores</li>
<li style="text-align: justify;">Representatividade dos municípios</li>
<li style="text-align: justify;">Soluções adaptadas às diferentes realidades de Minas Gerais</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O novo presidente assume com o desafio de ampliar o protagonismo dos municípios mineiros e fortalecer sua atuação nas decisões estaduais e nacionais.</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Nova secretária debate rumos da Comunicação em Minas em reunião na FIEMG</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/nova-secretaria-debate-rumos-da-comunicacao-em-minas-em-reuniao-na-fiemg</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.sindijorimg.com.br/nova-secretaria-debate-rumos-da-comunicacao-em-minas-em-reuniao-na-fiemg</guid>
<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><br><strong><span style="font-size: 12pt;">Cássia Ximenes apresenta diretrizes da SECOM-MG e ouve demandas do setor</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A nova secretária de Estado de Comunicação Social de Minas Gerais, <strong>Cássia Amorim Ximenes de Souza</strong>, participou, no dia 14 de abril, da reunião da <strong>Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG,</strong> realizada na sede da entidade, em Belo Horizonte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Empossada em março, a secretária apresentou seus planos à frente da <strong>SECOM-MG </strong>e discutiu com representantes do setor os rumos da política de comunicação do governo estadual. Ela esteve acompanhada do subsecretário <strong>Frederico Papatella</strong> e do superintendente <strong>Thiago Angelo</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O encontro ocorreu em formato híbrido, permitindo a participação de profissionais de diversas regiões de Minas Gerais.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Diálogo com o setor produtivo</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O presidente da Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG, Rodrigo Silva Fernandes, destacou a importância do encontro como espaço de aproximação entre o governo e os veículos de comunicação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ É uma ótima oportunidade para interação da nova secretária com veículos de todo o estado, tanto presencialmente quanto online, afirmou.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Durante sua apresentação, Cássia Ximenes ressaltou sua trajetória profissional, que reúne experiência na mídia, atuação empreendedora e liderança em entidades representativas. Formada em Jornalismo pela <strong>PUC Minas</strong>, ela destacou o associativismo como pilar para o fortalecimento do setor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ Quando a Comunicação se moderniza, novos desafios surgem. É por meio da construção conjunta com a cadeia produtiva que encontramos soluções, afirmou.</span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Demandas do setor foram apresentadas</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Representantes de diferentes segmentos — como portais digitais, rádios, jornais impressos e mídia exterior — aproveitaram o encontro para apresentar demandas consideradas prioritárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Entre os principais pontos levantados estão:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Necessidade de adequação dos valores pagos ao mercado</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Burocracia no cadastro junto à SECOM</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Demora nos pagamentos</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Revisão da forma de compra de mídia em redes sociais, priorizando empresas nacionais</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Análise técnica da geolocalização de audiência, que pode impactar veículos estaduais</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Momento de ajuste e construção</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A reunião marcou um primeiro contato institucional entre a nova gestão da SECOM-MG e o setor de comunicação, sinalizando abertura ao diálogo e à revisão de práticas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O encontro reforça a expectativa de ajustes na política de comunicação estadual, com maior alinhamento às demandas do mercado e às transformações do ambiente digital.</span></p> ]]></description>
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<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 07:43:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><br><strong><span style="font-size: 12pt;">Cássia Ximenes apresenta diretrizes da SECOM-MG e ouve demandas do setor</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A nova secretária de Estado de Comunicação Social de Minas Gerais, <strong>Cássia Amorim Ximenes de Souza</strong>, participou, no dia 14 de abril, da reunião da <strong>Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG,</strong> realizada na sede da entidade, em Belo Horizonte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Empossada em março, a secretária apresentou seus planos à frente da <strong>SECOM-MG </strong>e discutiu com representantes do setor os rumos da política de comunicação do governo estadual. Ela esteve acompanhada do subsecretário <strong>Frederico Papatella</strong> e do superintendente <strong>Thiago Angelo</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O encontro ocorreu em formato híbrido, permitindo a participação de profissionais de diversas regiões de Minas Gerais.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Diálogo com o setor produtivo</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O presidente da Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG, Rodrigo Silva Fernandes, destacou a importância do encontro como espaço de aproximação entre o governo e os veículos de comunicação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ É uma ótima oportunidade para interação da nova secretária com veículos de todo o estado, tanto presencialmente quanto online, afirmou.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Durante sua apresentação, Cássia Ximenes ressaltou sua trajetória profissional, que reúne experiência na mídia, atuação empreendedora e liderança em entidades representativas. Formada em Jornalismo pela <strong>PUC Minas</strong>, ela destacou o associativismo como pilar para o fortalecimento do setor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ Quando a Comunicação se moderniza, novos desafios surgem. É por meio da construção conjunta com a cadeia produtiva que encontramos soluções, afirmou.</span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Demandas do setor foram apresentadas</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Representantes de diferentes segmentos — como portais digitais, rádios, jornais impressos e mídia exterior — aproveitaram o encontro para apresentar demandas consideradas prioritárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Entre os principais pontos levantados estão:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Necessidade de adequação dos valores pagos ao mercado</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Burocracia no cadastro junto à SECOM</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Demora nos pagamentos</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Revisão da forma de compra de mídia em redes sociais, priorizando empresas nacionais</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Análise técnica da geolocalização de audiência, que pode impactar veículos estaduais</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Momento de ajuste e construção</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A reunião marcou um primeiro contato institucional entre a nova gestão da SECOM-MG e o setor de comunicação, sinalizando abertura ao diálogo e à revisão de práticas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O encontro reforça a expectativa de ajustes na política de comunicação estadual, com maior alinhamento às demandas do mercado e às transformações do ambiente digital.</span></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>OAB&#45;MG garante suspensão de resoluções que restringiam atuação da advocacia no sistema prisional</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/oab-mg-garante-suspensao-de-resolucoes-que-restringiam-atuacao-da-advocacia-no-sistema-prisional</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.sindijorimg.com.br/oab-mg-garante-suspensao-de-resolucoes-que-restringiam-atuacao-da-advocacia-no-sistema-prisional</guid>
<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><br><span style="font-size: 12pt;"><strong>Medida foi confirmada após atuação institucional da entidade junto à SEJUSP</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A <strong>OAB-MG</strong> confirmou, nesta terça-feira (15/04), a suspensão das <strong>Resoluções nº 712 e 718/2026</strong>, editadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que impunham restrições à atuação da advocacia no sistema prisional de Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A suspensão foi obtida após atuação imediata da entidade, que incluiu reunião institucional com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, <strong>Rogério Greco</strong>.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Restrições afetavam prerrogativas da advocacia</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">As resoluções previam medidas consideradas severas pela OAB-MG, como:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Monitoramento da comunicação entre advogados e clientes</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Restrição ao sigilo profissional</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Limitação ou impedimento do uso de instrumentos de trabalho</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Controle ampliado das interações</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Atendimento com separação física rigorosa</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Para a entidade, essas medidas comprometiam diretamente o exercício da advocacia e o direito de defesa.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Defesa do sigilo e do direito de defesa</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segundo a OAB-MG, as normas violavam prerrogativas fundamentais da profissão ao interferirem na confidencialidade da relação entre advogado e cliente — elemento essencial ao Estado Democrático de Direito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><em>┃ Após atuação imediata e firme da entidade, incluindo reunião institucional com o secretário Rogério Greco, foi confirmada a suspensão das medidas no que diz respeito ao exercício profissional da advocacia, afirmou o presidente da OAB-MG, <strong>Gustavo Chalfun</strong>.</em></span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Atuação seguirá com diálogo e firmeza</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A OAB-MG destacou que continuará acompanhando o tema e atuando na defesa das prerrogativas da advocacia, mantendo o diálogo institucional, mas sem abrir mão de uma postura firme quando necessário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A entidade reforça que a garantia do livre exercício profissional é essencial para assegurar o direito de defesa e o funcionamento adequado do sistema de justiça.</span></p> ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:22:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><br><span style="font-size: 12pt;"><strong>Medida foi confirmada após atuação institucional da entidade junto à SEJUSP</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A <strong>OAB-MG</strong> confirmou, nesta terça-feira (15/04), a suspensão das <strong>Resoluções nº 712 e 718/2026</strong>, editadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que impunham restrições à atuação da advocacia no sistema prisional de Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A suspensão foi obtida após atuação imediata da entidade, que incluiu reunião institucional com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, <strong>Rogério Greco</strong>.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Restrições afetavam prerrogativas da advocacia</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">As resoluções previam medidas consideradas severas pela OAB-MG, como:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Monitoramento da comunicação entre advogados e clientes</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Restrição ao sigilo profissional</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Limitação ou impedimento do uso de instrumentos de trabalho</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Controle ampliado das interações</span></li>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;">Atendimento com separação física rigorosa</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Para a entidade, essas medidas comprometiam diretamente o exercício da advocacia e o direito de defesa.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Defesa do sigilo e do direito de defesa</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segundo a OAB-MG, as normas violavam prerrogativas fundamentais da profissão ao interferirem na confidencialidade da relação entre advogado e cliente — elemento essencial ao Estado Democrático de Direito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><em>┃ Após atuação imediata e firme da entidade, incluindo reunião institucional com o secretário Rogério Greco, foi confirmada a suspensão das medidas no que diz respeito ao exercício profissional da advocacia, afirmou o presidente da OAB-MG, <strong>Gustavo Chalfun</strong>.</em></span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; font-size: 12pt;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Atuação seguirá com diálogo e firmeza</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A OAB-MG destacou que continuará acompanhando o tema e atuando na defesa das prerrogativas da advocacia, mantendo o diálogo institucional, mas sem abrir mão de uma postura firme quando necessário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A entidade reforça que a garantia do livre exercício profissional é essencial para assegurar o direito de defesa e o funcionamento adequado do sistema de justiça.</span></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Minas Gerais amplia produção de café conilon e fortalece diversificação no campo</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/minas-gerais-amplia-producao-de-cafe-conilon-e-fortalece-diversificacao-no-campo</link>
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<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><em>Programa Leite com Café em Governador Valadares. Crédito: Divulgação Sistema Faemg Senar</em><br><strong><span style="font-size: 12pt;">Crescimento de 50% em 2025 acompanha avanço da demanda global e expansão para novas regiões do estado</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O cultivo de <strong>café conilon</strong> vem ganhando espaço em Minas Gerais e se consolidando como uma alternativa estratégica dentro da cafeicultura estadual. Em 2025, o estado colheu cerca de <strong>584 mil sacas</strong>, registrando um crescimento de <strong>50% em relação a 2024</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Apesar de ainda representar uma fatia menor frente ao café arábica, o conilon é hoje a cultura cafeeira que mais cresce proporcionalmente em Minas, contribuindo para a diversificação produtiva e redução de riscos no campo.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Expansão impulsionada por mercado e clima</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Um dos principais motores desse avanço é a crescente demanda da indústria de <strong>café solúvel</strong>, que utiliza o conilon devido ao maior rendimento de sólidos solúveis — característica essencial para cafés instantâneos e bebidas prontas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segundo a analista do Sistema Faemg Senar, <strong>Ana Carolina Gomes</strong>, o crescimento é mais evidente em regiões fora do eixo tradicional do café:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Norte de Minas</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Vale do Jequitinhonha</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Vale do Rio Doce</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Noroeste mineiro</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ Essas áreas, com temperaturas mais elevadas e menor altitude, têm maior aptidão para o conilon, especialmente com uso de irrigação, explica.</span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Produção cresce com apoio do mercado internacional</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O cenário global também favorece a expansão. Problemas climáticos em grandes produtores como Vietnã e Indonésia elevaram os preços internacionais, tornando o conilon mais atrativo economicamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Além disso, a cultura apresenta maior estabilidade produtiva, com menor impacto da bienalidade — característica comum no café arábica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ O conilon não substitui o arábica, ele complementa. Muitos produtores adotam sistemas híbridos para reduzir riscos e diversificar a renda, destaca a analista.</span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Café solúvel puxa exportações</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O crescimento da demanda se reflete nas exportações:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Brasil (2025):<br></span></strong><span style="font-size: 12pt;">84,4 mil toneladas</span><br><span style="font-size: 12pt;">US$ 1,1 bilhão (+21%)</span></li>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Minas Gerais (2025):</span></strong><br><span style="font-size: 12pt;">5,8 mil toneladas</span><br><span style="font-size: 12pt;">US$ 68 milhões (+26%)</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Principais destinos: Estados Unidos, Japão, Argentina, Leste Europeu e Sudeste Asiático.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Área plantada e produtividade em alta</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O avanço do conilon também aparece nos indicadores produtivos:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Área em MG (2026):</strong> 11,1 mil hectares</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Crescimento de <strong>12% em cinco anos</strong></span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Destaque para o Leste de Minas <strong>(+67%)</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Produtividade:</span></strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Conilon: 40 a 80 sacas/ha (podendo ultrapassar 100 com irrigação)</span></li>
<li style="text-align: justify;">A<span style="font-size: 12pt;">rábica: 20 a 40 sacas/ha</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em 2025, a média mineira foi de <strong>53 sacas/ha</strong>, com previsão de crescimento para 2026.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Potencial de expansão é amplo</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">De acordo com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), mais de <strong>660 municípios mineiros</strong> apresentam aptidão para o cultivo de conilon, reforçando o potencial de expansão da cultura no estado.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Desafios exigem maior tecnificação</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Apesar das oportunidades, o cultivo de conilon demanda maior nível técnico. Entre os principais desafios estão:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Necessidade de irrigação eficiente</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Outorga de uso da água</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Manejo intensivo de podas</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Uso de mudas clonais</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nutrição mais exigente</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Cultura ganha espaço como estratégia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O avanço do café conilon em Minas Gerais aponta para um movimento claro: produtores buscam maior resiliência produtiva e adaptação climática, aproveitando novas oportunidades de mercado sem abandonar culturas tradicionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A tendência é de crescimento contínuo, com o conilon se consolidando como peça importante no futuro da cafeicultura mineira.</span></p> ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:57:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Programa Leite com Café em Governador Valadares. Crédito: Divulgação Sistema Faemg Senar</em><br><strong><span style="font-size: 12pt;">Crescimento de 50% em 2025 acompanha avanço da demanda global e expansão para novas regiões do estado</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O cultivo de <strong>café conilon</strong> vem ganhando espaço em Minas Gerais e se consolidando como uma alternativa estratégica dentro da cafeicultura estadual. Em 2025, o estado colheu cerca de <strong>584 mil sacas</strong>, registrando um crescimento de <strong>50% em relação a 2024</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Apesar de ainda representar uma fatia menor frente ao café arábica, o conilon é hoje a cultura cafeeira que mais cresce proporcionalmente em Minas, contribuindo para a diversificação produtiva e redução de riscos no campo.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Expansão impulsionada por mercado e clima</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Um dos principais motores desse avanço é a crescente demanda da indústria de <strong>café solúvel</strong>, que utiliza o conilon devido ao maior rendimento de sólidos solúveis — característica essencial para cafés instantâneos e bebidas prontas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segundo a analista do Sistema Faemg Senar, <strong>Ana Carolina Gomes</strong>, o crescimento é mais evidente em regiões fora do eixo tradicional do café:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Norte de Minas</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Vale do Jequitinhonha</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Vale do Rio Doce</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Noroeste mineiro</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ Essas áreas, com temperaturas mais elevadas e menor altitude, têm maior aptidão para o conilon, especialmente com uso de irrigação, explica.</span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Produção cresce com apoio do mercado internacional</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O cenário global também favorece a expansão. Problemas climáticos em grandes produtores como Vietnã e Indonésia elevaram os preços internacionais, tornando o conilon mais atrativo economicamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Além disso, a cultura apresenta maior estabilidade produtiva, com menor impacto da bienalidade — característica comum no café arábica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 12pt;">┃ O conilon não substitui o arábica, ele complementa. Muitos produtores adotam sistemas híbridos para reduzir riscos e diversificar a renda, destaca a analista.</span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Café solúvel puxa exportações</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O crescimento da demanda se reflete nas exportações:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Brasil (2025):<br></span></strong><span style="font-size: 12pt;">84,4 mil toneladas</span><br><span style="font-size: 12pt;">US$ 1,1 bilhão (+21%)</span></li>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Minas Gerais (2025):</span></strong><br><span style="font-size: 12pt;">5,8 mil toneladas</span><br><span style="font-size: 12pt;">US$ 68 milhões (+26%)</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Principais destinos: Estados Unidos, Japão, Argentina, Leste Europeu e Sudeste Asiático.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Área plantada e produtividade em alta</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O avanço do conilon também aparece nos indicadores produtivos:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Área em MG (2026):</strong> 11,1 mil hectares</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Crescimento de <strong>12% em cinco anos</strong></span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Destaque para o Leste de Minas <strong>(+67%)</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Produtividade:</span></strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Conilon: 40 a 80 sacas/ha (podendo ultrapassar 100 com irrigação)</span></li>
<li style="text-align: justify;">A<span style="font-size: 12pt;">rábica: 20 a 40 sacas/ha</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Em 2025, a média mineira foi de <strong>53 sacas/ha</strong>, com previsão de crescimento para 2026.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Potencial de expansão é amplo</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">De acordo com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), mais de <strong>660 municípios mineiros</strong> apresentam aptidão para o cultivo de conilon, reforçando o potencial de expansão da cultura no estado.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Desafios exigem maior tecnificação</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Apesar das oportunidades, o cultivo de conilon demanda maior nível técnico. Entre os principais desafios estão:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Necessidade de irrigação eficiente</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Outorga de uso da água</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Manejo intensivo de podas</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Uso de mudas clonais</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nutrição mais exigente</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Cultura ganha espaço como estratégia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O avanço do café conilon em Minas Gerais aponta para um movimento claro: produtores buscam maior resiliência produtiva e adaptação climática, aproveitando novas oportunidades de mercado sem abandonar culturas tradicionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A tendência é de crescimento contínuo, com o conilon se consolidando como peça importante no futuro da cafeicultura mineira.</span></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>OAB&#45;MG solicita a revisão e a suspensão imediata de trechos das Resoluções SEJUSP nº 712 e 718/2026</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/oab-mg-solicita-a-revisao-e-a-suspensao-imediata-de-trechos-das-resolucoes-sejusp-no-712-e-7182026</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.sindijorimg.com.br/oab-mg-solicita-a-revisao-e-a-suspensao-imediata-de-trechos-das-resolucoes-sejusp-no-712-e-7182026</guid>
<description><![CDATA[ <p style="text-align: center;"><em>Créditos da Foto: Gustavo Filho</em><br><strong>As normativas em questão estabeleceram regras consideradas excessivamente restritivas para o atendimento em unidades de segurança máxima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG), por meio de seu presidente, Gustavo Chalfun, reuniu-se hoje, 14 de abril, com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, para solicitar a revisão e a suspensão imediata de trechos das Resoluções SEJUSP nº 712 e 718/2026, publicada no dia 7 de abril, no Diário Oficial de Minas Gerais. A detrminação institui procedimentos e protocolos de segurança exclusivos para as Unidades de Segurança Máxima e para as unidades classificadas como níveis 4 e 5 de complexidade de gestão do sistema penitenciário mineiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>As normativas em questão estabeleceram regras consideradas excessivamente restritivas para o atendimento em unidades de segurança máxima, incluindo o monitoramento das conversas entre advogados e clientes e a proibição da entrada com itens essenciais ao exercício profissional, como documentos, papel e caneta. Tais medidas impactam diretamente as prerrogativas da advocacia e comprometem o pleno exercício do direito de defesa.<br>Durante o encontro, a OAB-MG apresentou um ofício detalhado, acompanhado de notas técnicas que fundamentam os pedidos de revisão. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) comprometeu-se a analisar as demandas apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>“Não podemos admitir qualquer medida que viole as prerrogativas da advocacia ou comprometa o direito de defesa do cidadão. A confidencialidade na comunicação entre o advogado e cliente é um pilar do Estado Democrático de Direito e precisa ser respeitada em sua integralidade. O nosso objetivo com essa reunião é construir uma solução equilibrada, que garanta a segurança nas unidades prisionais sem impor restrições indevidas ao exercício profissional. A advocacia não abre mão de suas prerrogativas, e seguiremos atuando de forma firme e responsável nesse diálogo com o Estado”, afirma o presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun. </p>
<p style="text-align: justify;">Como encaminhamento, ficou definida a criação de uma mesa técnica interinstitucional. A iniciativa tem como objetivo promover o diálogo entre a Ordem e o Estado para a construção conjunta de um protocolo que assegure a segurança nas unidades prisionais, sem prejuízo às prerrogativas da advocacia.</p>
<p style="text-align: justify;">A OAB-MG reafirma o seu compromisso com a defesa intransigente das garantias profissionais da advocacia e com a preservação do Estado Democrático de Direito.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p> ]]></description>
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<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:16:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Créditos da Foto: Gustavo Filho</em><br><strong>As normativas em questão estabeleceram regras consideradas excessivamente restritivas para o atendimento em unidades de segurança máxima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG), por meio de seu presidente, Gustavo Chalfun, reuniu-se hoje, 14 de abril, com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, para solicitar a revisão e a suspensão imediata de trechos das Resoluções SEJUSP nº 712 e 718/2026, publicada no dia 7 de abril, no Diário Oficial de Minas Gerais. A detrminação institui procedimentos e protocolos de segurança exclusivos para as Unidades de Segurança Máxima e para as unidades classificadas como níveis 4 e 5 de complexidade de gestão do sistema penitenciário mineiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>As normativas em questão estabeleceram regras consideradas excessivamente restritivas para o atendimento em unidades de segurança máxima, incluindo o monitoramento das conversas entre advogados e clientes e a proibição da entrada com itens essenciais ao exercício profissional, como documentos, papel e caneta. Tais medidas impactam diretamente as prerrogativas da advocacia e comprometem o pleno exercício do direito de defesa.<br>Durante o encontro, a OAB-MG apresentou um ofício detalhado, acompanhado de notas técnicas que fundamentam os pedidos de revisão. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) comprometeu-se a analisar as demandas apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><br>“Não podemos admitir qualquer medida que viole as prerrogativas da advocacia ou comprometa o direito de defesa do cidadão. A confidencialidade na comunicação entre o advogado e cliente é um pilar do Estado Democrático de Direito e precisa ser respeitada em sua integralidade. O nosso objetivo com essa reunião é construir uma solução equilibrada, que garanta a segurança nas unidades prisionais sem impor restrições indevidas ao exercício profissional. A advocacia não abre mão de suas prerrogativas, e seguiremos atuando de forma firme e responsável nesse diálogo com o Estado”, afirma o presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun. </p>
<p style="text-align: justify;">Como encaminhamento, ficou definida a criação de uma mesa técnica interinstitucional. A iniciativa tem como objetivo promover o diálogo entre a Ordem e o Estado para a construção conjunta de um protocolo que assegure a segurança nas unidades prisionais, sem prejuízo às prerrogativas da advocacia.</p>
<p style="text-align: justify;">A OAB-MG reafirma o seu compromisso com a defesa intransigente das garantias profissionais da advocacia e com a preservação do Estado Democrático de Direito.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Brasil precisa reduzir dependência de fertilizantes importados, alerta liderança do agro</title>
<link>https://www.sindijorimg.com.br/brasil-precisa-reduzir-dependencia-de-fertilizantes-importados-alerta-lideranca-do-agro</link>
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<description><![CDATA[ <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Artigo destaca risco estratégico para produção agrícola e defende avanço em produção nacional de insumos</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O Brasil consolidou, nas últimas décadas, uma das maiores transformações agrícolas do mundo, impulsionada por investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Instituições como a <strong>Embrapa</strong>, universidades e centros de pesquisa foram fundamentais para tornar produtivos solos antes considerados inviáveis, elevando o país à condição de potência agropecuária global.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Hoje, o Brasil garante a segurança alimentar interna e se tornou um dos principais fornecedores de alimentos do mundo, com papel relevante no abastecimento de mercados como o da China. No entanto, essa força produtiva convive com uma fragilidade estrutural: a dependência externa de fertilizantes.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Dependência externa expõe vulnerabilidade</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Atualmente, cerca de 92% dos fertilizantes utilizados no Brasil são importados, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A dependência envolve os três principais nutrientes agrícolas:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nitrogênio (N)</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Fósforo (P)</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Potássio (K)</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O cenário se torna ainda mais sensível diante de tensões geopolíticas internacionais, que podem impactar diretamente o abastecimento e os custos desses insumos.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Potencial interno existe, mas não é explorado</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O país possui condições para avançar na produção nacional, mas enfrenta entraves:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Potássio:</strong> há reservas, porém com dificuldades logísticas, ambientais e regulatórias</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Fósforo: </strong>produção já existe, mas ainda insuficiente frente à demanda</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Nitrogênio:</strong> há matéria-prima (gás natural) e capacidade industrial, mas falta investimento em plantas como as de ureia</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na prática, o Brasil tem potencial para reduzir significativamente sua dependência, especialmente no caso do nitrogênio, mas isso ainda não se traduz em política estruturada.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Falta de estratégia nacional preocupa</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A ausência de uma política de Estado voltada à segurança no fornecimento de insumos é apontada como um dos principais riscos para o agro brasileiro — setor que segue como um dos motores da economia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Mesmo com avanços no uso de bioinsumos, os fertilizantes minerais continuam sendo essenciais para garantir:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Produtividade</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Competitividade internacional</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segurança alimentar</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Desafio é transformar potencial em prioridade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A avaliação é clara: um dos maiores produtores de alimentos do mundo não pode depender quase totalmente de insumos externos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O país reúne:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Recursos naturais</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Conhecimento técnico</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Capacidade industrial</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O que falta é transformar esse conjunto em uma estratégia nacional consistente.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Papel do setor produtivo</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O Sistema Faemg Senar destaca que continuará atuando ao lado dos produtores rurais, incentivando:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Adoção de tecnologias</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Eficiência produtiva</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Gestão sustentável</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O objetivo é manter o agro mineiro e brasileiro competitivo, mesmo diante de um cenário internacional instável e cada vez mais desafiador.</span></p> ]]></description>
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<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:17:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>SINDIJORI MG</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Artigo destaca risco estratégico para produção agrícola e defende avanço em produção nacional de insumos</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O Brasil consolidou, nas últimas décadas, uma das maiores transformações agrícolas do mundo, impulsionada por investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Instituições como a <strong>Embrapa</strong>, universidades e centros de pesquisa foram fundamentais para tornar produtivos solos antes considerados inviáveis, elevando o país à condição de potência agropecuária global.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Hoje, o Brasil garante a segurança alimentar interna e se tornou um dos principais fornecedores de alimentos do mundo, com papel relevante no abastecimento de mercados como o da China. No entanto, essa força produtiva convive com uma fragilidade estrutural: a dependência externa de fertilizantes.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Dependência externa expõe vulnerabilidade</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Atualmente, cerca de 92% dos fertilizantes utilizados no Brasil são importados, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A dependência envolve os três principais nutrientes agrícolas:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Nitrogênio (N)</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Fósforo (P)</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Potássio (K)</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O cenário se torna ainda mais sensível diante de tensões geopolíticas internacionais, que podem impactar diretamente o abastecimento e os custos desses insumos.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Potencial interno existe, mas não é explorado</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O país possui condições para avançar na produção nacional, mas enfrenta entraves:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Potássio:</strong> há reservas, porém com dificuldades logísticas, ambientais e regulatórias</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Fósforo: </strong>produção já existe, mas ainda insuficiente frente à demanda</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Nitrogênio:</strong> há matéria-prima (gás natural) e capacidade industrial, mas falta investimento em plantas como as de ureia</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Na prática, o Brasil tem potencial para reduzir significativamente sua dependência, especialmente no caso do nitrogênio, mas isso ainda não se traduz em política estruturada.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Falta de estratégia nacional preocupa</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A ausência de uma política de Estado voltada à segurança no fornecimento de insumos é apontada como um dos principais riscos para o agro brasileiro — setor que segue como um dos motores da economia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Mesmo com avanços no uso de bioinsumos, os fertilizantes minerais continuam sendo essenciais para garantir:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Produtividade</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Competitividade internacional</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Segurança alimentar</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Desafio é transformar potencial em prioridade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A avaliação é clara: um dos maiores produtores de alimentos do mundo não pode depender quase totalmente de insumos externos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O país reúne:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Recursos naturais</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Conhecimento técnico</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Capacidade industrial</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O que falta é transformar esse conjunto em uma estratégia nacional consistente.</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Papel do setor produtivo</span></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O Sistema Faemg Senar destaca que continuará atuando ao lado dos produtores rurais, incentivando:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Adoção de tecnologias</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Eficiência produtiva</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Gestão sustentável</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O objetivo é manter o agro mineiro e brasileiro competitivo, mesmo diante de um cenário internacional instável e cada vez mais desafiador.</span></p>]]> </content:encoded>
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